A Secretaria Municipal de Assistência Social continua prestando auxílio à família de Patrícia de Oliveira Guimarães, que teve a casa – no Jardim Cachoeira – destruída por um incêndio na noite de segunda-feira. Há seis meses, Patrícia e os filhos são acompanhados pelos Departamentos da Criança e do Adolescente (DCA) e de Assuntos Comunitários (Depac), ambos da Secretaria de Assistência Social, e também pelo Conselho Tutelar. A casa que abrigava a família, destruída no incêndio de segunda-feira (quando dois dos quatro filhos dela morreram), foi doada em julho pelo Depac.
Patrícia procurou o Depac e também a Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) em abril, depois de separar-se do marido. Os registros indicam que Patrícia informou que o marido era alcoólatra e que constantemente a agredia e às crianças. Três meses depois, ela recebeu um lote urbanizado da Prolar e logo em seguida a casa, com instalação elétrica e hidráulica, providenciados pela prefeitura, através do Departamento de Assuntos Comunitários.
A família teve atendimento prioritário, pois a filha mais nova de Patrícia sofria de paralisia cerebral e era acompanhada pela Associação Pontagrossense de Amparo á Criança Deficiente.
Na ficha de cadastro que apresentou à Secretaria de Assistência Social Patrícia afirmava ter uma renda aproximada de R$ 400, que recebia como diarista. Desse valor, mais da metade era destinado ao pagamento do aluguel da antiga moradia.
Depois do incêndio, Patrícia foi internada num hospital da cidade e as crianças foram encaminhadas para a Aldeia David Federmann, onde recebem auxílio social e psicológico. Os procedimentos funerários das crianças que morreram no incêndio foram assistidos pelo DCA e pelo Depac.
Publicado por
Érica Busnardo